sábado, 29 de julho de 2017

Cidade grande

Innenstadt em Frankfurt
A viagem a Frankfurt foi bem difícil, porque Agnes quase não dormiu no avião. E quem tava em volta também não conseguiu descansar, então foi pesado. Mas daí, depois de chegarmos e nos instalarmos no hotel, ela fez o cochilo da tarde (quando achávamos que ela dormiria até o dia seguinte...).

Hoje quase perdemos o café da manhã, de tanto que dormimos manhã adentro. Tínhamos feito planos de visitar várias coisas, anotado itinerários, ruas, meios de transporte, mas acabamos perdendo a manhã dormindo e esperando a roupa lavar/ secar na lavanderia. Eu fui e voltei duas vezes na lavanderia onde só tinha homens estrangeiros. Foram muito solícitos pra me ajudar a operar as máquinas.
Eisener Steg, sobre o Main - rio que identifica a cidade
Não executamos nenhum dos planos feitos na véspera, mas conhecemos o sistema de transporte e o esquema da cidade. Luis achou que seria uma boa ideia visitar um museu de arte moderna e se arrependeu. Pagamos 9 euros cada para ver uma exposição conceitual chamada *PEACE dentro de um museu. A outra exposição dentro do mesmo museu custaria o mesmo valor mais uma vez. O curioso é que tinha tipo uma creche dentro museu (pros pais poderem desfrutar da arte sem os filhos?).

Não sei se é porque estamos perto da estação central, ou porque fomos a lugares turísticos, mas o número de estrangeiros aqui é muito grande. Eu me sinto como mais uma estrangeira falando português com a filha.

E a nossa filha chama muita atenção porque é muito alegre, se encanta com pessoas, água e outras coisas, e porque grita muito alto quando não quer comer, quando se sente contrariada, quando bate a cabeça no poste depois de dar vários passos sozinha. Uma senhora africana me disse no bonde que Agnes é uma criança muito ativa pra idade dela. Mas a gente sente que Agnes incomoda os alemães.

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